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Desvendando o botox

Desvendando o botox

A toxina botulínica que popularmente é conhecida como botox, é uma toxina, produzida por uma bactéria chamada Clostridium botulinum. É a mesma bactéria que causa botulismo, mas sendo uma toxina botulínica industrializada é purificada e usada em doses em que a doença não se propaga.

Essa toxina é utilizada para fins estéticos, auxiliando na suavização de rugas e linhas de expressão no rosto. As rugas são causadas por diversos fatores, como por exemplo, a exposição solar inadequada, a má alimentação e o tabagismo entre outros. Mas para seu aparecimento realmente é a contração natural que os músculos do rosto faz diariamente. As chamadas linhas de expressão.

 

Quando a toxina é injetada nessas rugas, ela age como um bloqueador neuromuscular, ou seja, bloqueia a transmissão de estímulos dos neurônios para os músculos, impedindo, parcial ou totalmente a contração muscular.

Não são todas as pessoas que podem utilizar esse método estético. Homens e mulheres a partir dos 25 anos e que não possuam restrições como gestantes, mulheres em fase de amamentação e em caso de doenças que afetem os músculos, como por exemplo, a esclerose lateral amiotrófica.

Como é feita a aplicação do botox

A toxina é injetável e sua aplicação é realizada na terminação nervosa da região de tratamento. Geralmente são utilizados anestésicos tópicos antes da aplicação, assim o máximo que o paciente sente são pequenas picadas de agulha. O procedimento não deixa cicatriz.

O resultado da aplicação da toxina na estética começa a ser notado no prazo de dois a cinco dias do momento da aplicação. Os resultados ficam mais visíveis em duas semanas e permanecerão por até seis meses. É necessária uma pausa de no mínimo três meses para a próxima aplicação. Pois o paciente pode desenvolver resistência ao produto e a toxina perde o efeito.

Toxina botulínica não causa nenhum tipo de deformação. É possível ter inchaço nos primeiros dias de aplicação, mas é raro e não é definitivo. Se não aplicada com cautela e com conhecimento pode gerar assimetrias como diferenças de altura das sobrancelhas, queda das pálpebras, paralisias faciais transitórias, além de efeitos desagradáveis, como incontinência dos lábios, levando o paciente a ficar com a boca abeta, causando assim uma produção de saliva abundante.

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